terça-feira, 1 de julho de 2014

OCC - ALERTA BRASIL: "Não queremos choros e lamúrias, não queremos arre...

OCC - ALERTA BRASIL: "Não queremos choros e lamúrias, não queremos arre...: SE VOCÊ TIVER UM POUCO DE JUÍZO...LEIA TUDO O QUE SE SEGUE E PREPARE-SE PARA O QUE VEM PELA FRENTE !! NÃO VENHAM DIZER MAIS TARDE QUE N...

VAMOS RELAXAR?











"Arranje um cantinho sossegado e uma almofada gostosa. Acenda um incenso de sândalo. Sente-se com as costas bem retas. Coloque as mãos sobre os joelhos, com as palmas para cima e balance o corpo lentamente da esquerda para a direita, de movimentos maiores a movimentos menores, como um pêndulo, até encontrar o centro de equilíbrio do corpo.

Pare aí. Inspire profundamente e solte o ar lenta e completamente pela boca. Relaxe os ombros. Inspire novamente e solte o ar pela boca. Então cerre os lábios, coloque a ponta da língua no céu da boca e respire pelas narinas. Mantenha os olhos entreabertos, apenas pousados a sua frente.

Ouça todos os sons. Sinta todas as fragrâncias. Perceba o ar, a temperatura em sua pele. Você está pensando? Ou não está pensando? Verifique sua postura. Costas eretas. Cabeça como se um fio puxasse para o céu. Pernas firmes pela força da gravidade. Não julgue. Nem certo nem errado, nem bonito nem feio. Seja. Apenas sentar.

 Inter sendo com tudo que existe. Que bom estar viva. Este instante aqui e agora é o céu e a terra. Isso é tudo. Tudo é nada."



Monja Coen

sábado, 28 de junho de 2014

QUALQUER COMPARATIVA, NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

PROFESSOR REPROVA CLASSE INTEIRA
NÃO DEIXE DE LER



     Um professor  de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
    Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
  

*** O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
    Todas as notas serão concedidas com base na média da classe, e, portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".
    Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
  
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
  
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por "justiça" dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para  beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... , para sua total surpresa.
    O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é grande. Quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte e Venezuela; e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá.."
    1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
    2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
    3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
    4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;

    5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos "  ao começo do fim de uma nação.""

sexta-feira, 27 de junho de 2014

RENUNCIE À NECESSIDADE DE APROVAÇÃO EXTERNA

RENUNCIE À NECESSIDADE DE APROVAÇÃO EXTERNA

REFLEXÃO... Viva no presente, pois é o único momento que você tem. Preste atenção à sua vida interior para que possa ser guiado pela intuição, e não por interpretações impostas externamente do que é bom ou não para você.
Ouça a sabedoria do seu corpo, que se expressa através de conforto e desconforto. Ao escolher um determinado comportamento, pergunte ao corpo: "Como se sente a respeito?" Se o seu corpo enviar um sinal de sofrimento físico ou emocional, cuidado! Se o sinal for de conforto e animação, siga em frente.
Viva no presente, pois é o único momento que você tem.
Fique atento ao aqui e agora; procure a plenitude de cada momento. Aceite o que chega até você total e completamente de modo que possa apreciar, aprender e deixar passar - seja o que for. O presente é como deveria ser. Reflete leis infinitas da natureza que trouxeram a você este exato pensamento, esta reação física. Este momento é o que é porque o universo é o que é. Não lute contra o infinito esquema das coisas, em vez disso, una-se a ele.
Aproveite algum tempo para ficar em silêncio, para meditar, acalmar o diálogo interior. Nos momentos de silêncio, perceba que está entrando em contato com sua fonte de pura consciência.
Preste atenção à sua vida interior para que possa ser guiado pela intuição, e não por interpretações impostas externamente do que é bom ou não para você.
Renuncie à necessidade de aprovação externa. Você é o juiz do seu valor, e o seu objetivo é descobrir um valor infinito em si próprio, não importa o que os outros pensem. Esta percepção traz grande liberdade.
Quando você se descobrir reagindo com raiva ou antagonismo a qualquer pessoa ou circunstância, acredite que só está lutando consigo mesmo. Resistir é a resposta de defesas criadas por velhas mágoas. Ao renunciar à raiva, você estará se curando e cooperando com o fluxo do universo. Saiba que o mundo "lá fora" reflete a sua realidade "aqui dentro". As pessoas contra as quais você reage mais fortemente, seja com amor ou ódio, são projeções do seu mundo interior. O que mais você odeia é o que mais nega em si mesmo. Use o espelho dos seus relacionamentos para guiar sua evolução. A meta é o auto conhecimento total. Quando consegui-lo, o que mais você deseja estará automaticamente lá, e o que mais despreza desaparecerá.
Livre-se do fardo do julgamento - você se sentirá muito mais leve. Julgar impõe rótulos de certo ou errado em situações que simplesmente são. Tudo pode ser compreendido e perdoado, mas quando você julga, fecha as portas à compreensão e abandona o processo de aprender a amar. Ao julgar os outros, você reflete sua carência de auto - aceitação. Lembre-se de que toda pessoa que você perdoa é mais uma parcela somada à sua auto - estima.
Não contamine seu corpo com toxinas, seja através de alimentos, bebidas ou emoções venenosas. Seu corpo é mais do que um sistema de suporte à vida. É o veículo que o transportará em sua jornada rumo à evolução. A saúde de cada célula contribui diretamente para seu estado de bem-estar, porque cada célula é um minúsculo ponto de consciência dentro do campo de consciência que é você.
Substitua comportamento motivado pelo medo, por comportamento motivado por amor. Medo é o produto da memória, que reside no passado. Ao relembrarmos o que nos magoou antes, dirigimos nossas energias para nos assegurarmos de que uma antiga mágoa não se repetirá. Mas tentar impor o passado ao presente jamais afastará a ameaça de ser magoado outra vez. Isto só acontece quando você encontra a segurança de seu próprio ser, que é o amor. Motivado pela verdade dentro de você, será possível enfrentar qualquer ameaça porque sua força interior é invulnerável ao medo.
Compreenda que o mundo físico é apenas um espelho de uma inteligência mais profunda. A inteligência é o organismo invisível de toda matéria e energia, e, uma vez que uma porção desta inteligência reside em você, você compartilha o poder organizador do cosmos. Por ser inseparavelmente ligado à tudo, você não pode se permitir prejudicar o ar e a água do planeta. Mas, a um nível mais profundo, você também não pode se permitir viver com uma mente venenosa, porque todo o pensamento deixa uma impressão registrada no campo da inteligência. Viver em equilíbrio e pureza é o bem mais elevado para você e para a Terra.

Fonte: Corpo sem Idade, Mente sem Fronteiras -

 Deepak Chopra

domingo, 22 de junho de 2014

CÂNCER: UM FATOR DE METANOIA



CÂNCER



“E se aparecer a doença? Teremos de aceitá-la, porque somos humanos. Krishnamurti adoeceu de um câncer de pâncreas e ele não era alguém que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente valiosa já adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que creem que adoecer é fracassar. O fracasso e o êxito são dois mestres e nada mais. E quando você é um aprendiz tem que aceitar e incorporar a lição da enfermidade em sua vida.” – Jorge Carvajal, médico da Universidade de Andaluzia, Espanha, e pioneiro da Medicina Bioenergética na América Latina.

Confesso que gostaria de registrar aqui uma perspectiva “clara” sobre o adoecer (o câncer) e que fosse também detentora de verdades fundamentalmente corretas, ainda que relativas, porquanto não podemos nos apartar da metáfora da Terra como escola – em consequência: todos nós passantes e aprendizes, sobretudo da arte de amar e dos desapegos. Enfim, coragem! (*)
Se partirmos da ideia de que a origem da doença não pode ser buscada no terreno manifesto no qual ela aparece, ou que as causas da enfermidade não são materiais em sua origem, ou que na doença nada há de acidental, um sarcoma, como uma neoplasia maligna desenvolvida a partir de um tecido conjuntivo, pode representar um intento inconsciente de negar-se o indivíduo a aceitar algo que permanece em seu corpo reprimido, embora bem “vivo”, ou mesmo a agressiva expressão de um desgosto reiteradamente sufocado através dos anos, anos de silêncio. 

Causas profundas das moléstias – Fazem eco, portanto, as explicações dadas por André Luiz e relacionadas à interessante pergunta extraída do livro Evolução em Dois Mundos:

- É correto dizer que as causas profundas das moléstias perduráveis radicam-se no corpo espiritual?
Sim. De modo geral, a etiologia das moléstias perduráveis, que afligem o corpo físico e o dilaceram, guarda no corpo espiritual suas causas profundas. A recordação dessa ou daquela falta grave, mormente daquelas que jazem recalcadas no Espírito, sem que o desabafo e a corrigenda funcionem por válvulas de alívio às chagas ocultas do arrependimento, cria na mente um estado anômalo que podemos chamar ‘zona de remorso’, em torno da qual a onda viva e contínua do pensamento passa a enovelar-se em circuito fechado sobre si mesma, com reflexo permanente na parte do veículo fisiopsicossomático ligada à lembrança das pessoas e circunstâncias associadas ao erro de nossa autoria. Estabelecida a ideia fixa sobre esse nódulo de forças mentais desequilibradas, é indispensável que acontecimentos reparadores se nos contraponham ao modo enfermiço de ser (2005, pp. 213 e 214). (Negritos meus.)

E visto assim, o câncer (descontrole) se polariza com esclerose (conduta emocional rígida) onde a temática do adoecer radica em algo que passa a fazer frente à vontade de viver. E também não podemos ignorar o fato de que em situação de doença uma parte do Self  biológico deixa de funcionar. Assim, no caso de um crescimento tumoral, por exemplo, ele, o Self biológico, por razões variadas e em acordo com cada narrativa de alma,  não tem força bastante para deter o controle. Por sua vez, isto representa uma ‘puxada de tapete’ sob os pés da existência física.

Muitos autores então relacionam o padecimento câncer com a psicose e falam, ante sua presença, do afloramento de uma psicose corporal, isto é, de uma experiência de tanta dor para a consciência que a personalidade (o ego) não pode enfrentá-la e em consequência se mascara sobre si mesma para romper mais tarde a solidariedade biológica do organismo. 

A misteriosa etiologia do câncer – Dito em outros termos, um conjunto de células – subversivas – se isolam e quebram o padrão de seu funcionamento habitual, multiplicando-se patologicamente e consumindo o tecido no qual se assentam (aqui o espaço preciso em que a dinâmica do descontrole se assenta – por exemplo, fígado etc.). E mais cedo ou mais tarde o corpo tenderá a sucumbir ante esta devoradora “insanidade celular”.

Ainda, outros relacionam a misteriosa etiologia do câncer à carência de amor, feridas emocionais, perdas e/ou lutos mal elaborados. Para muitos se avizinha um franco agarrar-se a Thanatos, segundo uma recusa de viver-e-conviver-para-aperfeiçoar-se.
Mas, e apesar da [minha] renúncia a uma visão materialista da doença (e por isso um resistir aqui a pensá-la apenas no contexto das toxinas ou como algo que venha “de fora”, pondo em risco o organismo, por exemplo), o câncer nunca é um acontecimento isolado ou criado à mercê de evento único.

Ao contrário, segundo uma terapêutica que não nega o viés necessariamente advindo do  campo íntimo/espiritual, o câncer é povoado de sentidos mal iluminados e segredos, pois fato é que somos, de ordinário, tanto obrigados a viver sem o conhecimento absoluto como a sobreviver com o passado sobrecarregante (de muitas memórias entremeadas de emoções e condutas rejeitadas), que invade intenções do presente e as desorganiza, estressando-nos, fazendo-nos ignorar nossas vulnerabilidades e metas honestas sobre nossa “natureza espiritual” e, portanto, nossas reais necessidades.

Infelizmente, no geral, resistimos ao ditame de nossa Alma à medida que professamos sempre as mesmas soluções pegajosas recriadas nestes tempos tomados por futilidades  – e com isso os vícios do egoísmo e da belicosa competitividade, o comando multifacetado da regra do ouro (1) que, imitando o câncer, diz que o ser humano existe unicamente para se espalhar de forma indiscriminada e ilimitada sobre a Terra. Por isso, as usuais atitudes desprovidas de compaixão e respeito por trabalhadores (explorados), animais-e-plantas  (matérias-primas), segundo o princípio do parasitismo – logo, desilusões e insatisfações inesgotáveis...  

O câncer deve ser compreendido, não somente combatido– E tudo isso, sem dúvida, pode, ligado à causa pretérita [cármica] e idiossincrasias [aqui um próprio desejo da Alma para progredir], também gestar o adoecer, derivando no terreno físico do câncer. Mas ele, o adoecer, por si mesmo, pode representar uma grande oportunidade para descobrirmos nossos próprios erros de pensamento e sentimentos, especialmente quando atentamos para o fato de que a célula cancerosa busca a vida eterna na multiplicação material e na expansão, ou seja, equivocadamente ela, a célula, não compreende que a questão “eu ou os outros?” é em sua gênese equivocada, porque como parte somos simultaneamente unos com o todo (pars pro toto).

Não é por acaso que tantos sofrem de câncer em nossa época, e o fato de combatê-lo muitas vezes sem êxito, embora contemos hoje com muitos casos de tratamentos bem-sucedidos (2), uma vez que esta enfermidade retrata como um espelho nossos comportamentos e hábitos coletivos, nossa distração “civilizatória” que insiste na falsa convicção da divisão entre o “eu” e o “tu”...

Assim o câncer pede também para ser compreendido e não somente combatido. O doente, desse modo, pode ser esclarecido, consolado e orientado a fortalecer-se para curar-se (num termo mais apropriado: autocurar-se) (3). Além disso, o adoecer pode por enquanto ser observado como parte da estrutura ontológica do ser humano – consequentemente, o câncer pode ser visto como um modo de “desvelamento” do Ser, de suas partes escuras, reprimidas/renegadas e que se expressam por este itinerário – uma alusão à doença como caminho (4).

Por fim, se aliviar a dor é um objetivo necessário de todo tratamento,  o que sofre e padece  pode encontrar junto com emoções reprimidas, culpas e conflitos desagradáveis não solucionados, os genes que pesam (como também pesam a vida intrauterina, as constelações familiares, a biografia pessoal), isto é, a identidade vertical como uma marca escolhida pela Alma para experimentar certo roteiro para corrigir-se e prosseguir no aprendizado do amor, unidade e sabedoria, que constituem aspectos complementares de “aprender a ser livre”, meta final do processo de evolução a que todos nós estamos sujeitos.
Mas se na sua dimensão subjetiva a doença é um estado que indica desarmonia, o câncer e todas as enfermidades também encarnam uma dimensão coletiva que reivindica de todos nós o desafio para a vivência de um destino solidário e, quiçá um dia, harmonioso.  

O amor não separa: ele transmuta e cura – A mudança global e que implicará um mundo com menos doenças depende das pequenas mudanças locais e no contexto mais sadio de cada individualidade...
Afirmo isso porque, na condição de existentes, testemunhamos que muitas ilusões deste nosso mundo são relativamente inócuas se comparadas àquelas que infligimos a nós mesmos durante quase toda nossa vida, pois pouco nos amamos, mal nos sabemos, muito nos desviamos e nos enebriamos e com isso adoecemos.
E o amor, de outro lado, sim, o amor não separa, ele transmuta e cura e por isso Deus, a Unidade, não diferencia entre bom e mau, pois Ele simplesmente é amor. Ainda, não podemos olvidar que a dor e a morte estão indissoluvelmente ligadas à nossa forma de existir aqui-por-enquanto, apesar, e sobretudo, de que a morte não é um “ponto final”, mas um “mudar de estado” vinculado ao devir – e por isso um futuro re-nascer para mais um dia de colégio...

Assim o enigmático câncer pode ser uma grande oportunidade para um profundo desenvolvimento e transformação.

Com clareza recordo uma pessoa querida a quem visitei no hospital pouco antes de ela falecer. Corpo esquálido e olhos profundos, naquela manhã contou-me sobre o mal-estar terrível que sentia, pois muito “impertinente” (nas palavras dela). Então, de súbito, narrou que sua doença tinha lhe ajudado a compreender o quanto todos os pacientes de câncer se redimem pela quimioterapia, pois “essas sessões semanais provocam em nós uma limpezadolorosamente profunda”...

Pelo caminho sinuoso que percorrem, na mais escura noite da alma e desespero da carne,  assimilam, de forma clara ou evanescente, uma epifania libertadora – entregam-se, então, a uma  radical conscientização, extraída no percorrer do câncer-labirinto, conquistando, sem dúvida,  um novo rumo evolutivo para um dia (segundo o registro cósmico) serem perfeitos – o único determinismo...
 (*) Metanoia (do grego metánoia) significa: transformação fundamental do pensamento ou do caráter; penitência. Por extensão: conversão espiritual.

Notas e referências:
(1) Vivemos o desafio de assimilar em nossas atitudes as benesses da regra de ouropara bloquear em definitivo os malefícios causados pela indiferença da regra do ouro.
(2) Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o tratamento de câncer pode ser feito através de cirurgiaradioterapia - tratamento no qual se utilizam radiações para destruir um tumor ou impedir que suas células aumentem; quimioterapia - tratamento que utiliza medicamentos para combater o câncer. Eles são aplicados em sua maioria na veia, podendo também ser dados por via oral, intramuscular, subcutânea, tópica e intratecal; ou transplante de medula óssea. Em muitos casos, é necessário combinar mais de uma modalidade.
(3) Pacientes de câncer podem usar terapias complementares para mitigar os efeitos colaterais das sessões de radio e/ou quimioterapia, considerando também o cuidado com as feridas da alma. Além disso, como a vida é vibração, o psiquismo é vibração, as emoções, os pensamentos são vibrações, e no geral o indivíduo enfermo “está desafinado”, o que obstrui o campo de atuação harmoniosa do Selfbiológico. Como “bons interlocutores internos”, os remédios homeopáticos e as essências florais podem estimular/ajudar o paciente para que ele participe ativa e conscientemente de seu processo de restabelecimento da saúde.


(4) Cf.: Dethelefsen, T.; Dahlke, R. A doença como caminho: uma visão nova de cura como ponto de mutação em que um mal se deixa transformar em bem. Trad. Zilda H. Schild. SP: Cultrix, 1999.
Xavier, Francisco Cândido. Evolução em dois mundos. Pelo Espírito André Luiz. 23. ed. RJ: FEB, 2005.
Dalhke, Rüdiger. A doença como linguagem da alma.  Trad. Dante Pignatari. SP: Cultrix, 2007.
Soesman, A. Our twelve senses: wellsprings of the soul. Stroud, England: Hawthorn Press, 1990. 

Eugênia Pickina é terapeuta floral, educadora e palestrante, e presta consultoria para projetos sociais dedicados ao cuidado do Ser, especialmente na faixa etária de 0 a 7 anos. 

Fonte: O Consolador

sexta-feira, 20 de junho de 2014

MATEMÁTICA DE MENDIGO

MATEMÁTICA DE MENDIGO






Tenho que dar os parabéns ao estagiário que elaborou essa
 

pesquisa, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais
 

pura realidade...
 

Preste atenção:
 

Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30
 
segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). 
Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para pedir a 

5 motoristas e receber pelo menos de dois deles R$ 0,20 e
 

faturar em media pelo menos R$0,40 o que numa hora dará:
 

60 x 0,40 = R$24,00.

Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá 
faturado: 25 x 8 x R$ 24,00 = R$ 4.800,00. 
Será que isso é uma conta maluca? 

Bom, R$24,00 reais por hora é uma conta bastante razoável
 

para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá
 

somente R$0,20 centavos e sim R$0,30 / R$0,50 e às vezes até
 

R$1,00.
 

Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 12,00/hora terá
 

R$2.400,00 no final do mês.
 

Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o
 

que não é raro), ele pode até descansar tranquilo debaixo de
 

uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum
 

chefe para lhe censurar por causa disto.
 

Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
 

De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede
 

esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos numa
 

conceituada padaria.
 

Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia.
 
Imaginem o que ela respondeu? 
É isso mesmo, de 120 a 150 reais em média o que dá 

(25 dias por mês) x 120 = 3.000 E ela disse que não mendiga 8
 

horas por dia.
 

Moral da História:
 

É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos
 

PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior
 

que ser Mendigo...
 

Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou
 

um professor.
 

Estude a vida toda e peça esmolas:
 

É mais fácil e melhor que arrumar emprego.
 

E lembre-se:
 

Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de
 POLÍTICOS

ladrões.
 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

TRATAMENTOS NATURALISTAS PARA PRESSÃO ALTA E CORAÇÃO

Dr. Haruo Nishimura, médico ortopedista, militar do exército e figura
de expressão máxima do judô brasileiro.

Foi ele quem operou a coluna do falecido Presidente João batista de Figueiredo.

Um médico naturalista ficava muito triste sempre que participava de
congressos: constatava que os resultados, embora comprovados, não eram
divulgados, "NÃO DÁ IBOPE". Passou a ensinar dois exercícios e duas
ações simples que evitam problemas cardíacos:

1º. Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar.
Esse exercício melhora o posicionamento da coluna e da postura,
diminuindo/retardando o encurvamento das costas, aliviando suas dores
e, baixando a pressão;

2º. Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar o corpo na ponta
dos pés), primeiro rápido até esquentar as panturilhas e depois uma
sequência de 10 movimentos lentos. Pronto. Esse exercício bombeia o
sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita
obstrução das veias.

Nos primeiros 6 meses, se a pessoa estiver com excesso de peso, ela
emagrece da cintura para baixo e, nos 6 meses seguintes, da cintura
para cima; depois de 2 anos, não engorda mais e, além de tudo, diminui
o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia,
R$38.000,00 e, de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam.
Melhora o problema de micro varizes;

3º. Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem
quente (o famoso escalda pés - além de relaxar, esse processo
desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés, melhora o cabelo
e melhora, inclusive, a visão. Esse processo foi pesquisado com
pessoas diabéticas e o resultado evidenciou a melhora na circulação
sanguínea, diminuindo os casos de gangrena, o quadro geral de saúde
dos pesquisados melhorou, e como um fato relevante, a melhora da
visão. Evita o encurvamento da coluna;

4º. Ao perceber que a pressão subiu, coloque as pernas dentro de um
balde com água muito gelada até os joelhos. Permaneça nesta imersão
por 20min. Este processo fará com que o organismo, na busca de aquecer
os membros inferiores, faça com que o acúmulo de sangue na cabeça
desça, baixando a pressão.