terça-feira, 18 de dezembro de 2012

20 TROCAS QUE VALEM A PENA









 VALE A PENA MUDAR OS HÁBITOS ALIMENTARES

Pão francês por integral
Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.


    
 2 Leite integral por desnatado
Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.


   
 3 Óleo de soja e outros por azeite
O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.


    
 4 Pizza de mussarela pelas de vegetais
A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.


      
 5 Salgadinhos por castanhas
Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.


    
 6 Cereais açucarados por aveia
A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL”.


    
 7 Bauru por peito de peru e queijo branco
Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.


     
 8 Camarão por peixe
Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.


       
 9 Picanha por lombo
O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.


   
 10 Margarina por manteiga
Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a manteiga leva certa vantagem.


  
 11 Quindim por compota de frutas
Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar.


 
12 Suco de laranja pelo de uva
Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.


   
 13 Chá de ervas por chá-mate
Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. “Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. “Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.


   
 14 Cebola branca por cebola roxa

Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. “Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. “A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.


15 Molho branco pelo de tomate

 O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. “Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.


16 Chocolate ao leite pelo amargo

 O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. “Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. “Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição.


     
 17 Sal por ervas e alho

 
Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. “Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.


   
 18 Frango com pele pelo frango sem pele

 Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. “Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. “Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí, será tarde…


19 Queijo pelo tofu

 A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. “A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.


  
 20 Pipoca de micro-ondas pela de panela

 
Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. “É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. “Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.
De: Elaach 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Comece já a cuidar bem de você


Comece já a cuidar bem de você

Não sei se você sabe, mas o final de ano é um período em que aumentam muito as crises depressivas no Brasil.
As vendas de antidepressivos sobem e o número de pessoas procurando psicoterapia aumenta, porque muita gente entra num período de insatisfação.
Existem várias teorias sobre isso, mas o que eu quero dizer pra você é que normalmente o sentimento de culpa toma conta de muita gente e a frustração por não ter realizado certas metas traz um sentimento de fracasso.
É muito importante a gente se sentir mal quando as coisas não dão certo, é muito importante a gente parar para fazer uma reflexão. Mas é totalmente inadequado você ficar se sentindo mal a respeito de você mesmo, se sentindo culpado pelo que não deu certo e ficar ruminando essa culpa.
Então, o que é bom você fazer no final de ano?
Faça uma lista das suas conquistas e faça outra lista, com tudo que te frustrou por você não ter conseguido realizar. Depois olhe essas listas com calma e atenção e repasse cada item com serenidade.
Você vai perceber que metade das coisas que você não realizou não precisavam mesmo ser realizadas, não tinham importância de verdade. Você apenas achava que elas eram importantes. Então, não há porque sofrer por elas.
Depois disso, faça uma lista do que é importante para você realizar em 2013. Ao lado de cada item dessa lista, escreva:
  1. Quem vai ajudar você a realizar essa meta.
  2. No quê e quanto você tem que evoluir para realizar essa meta.
  3. O que você tem que fazer para essa meta acontecer.
Feito isso, prepare sua mente para o novo ano.
Vá com calma nas festas de fim de ano, procure descansar e passar um mês tranquilo.
Acerte suas dívidas, se você tiver, e procure ficar em paz para começar outro ano.
Mantenha sua serenidade, sua saúde e curta a sua vida!


Roberto Shinyashiki

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

NA SAÍDA DO PRÉDIO






Na saída do meu prédio, sempre piso em pratinhos de água e restos de comida, destinados por algum vizinho a um cachorro de rua.
Molho a bainha da calça, espirro polenta na roupa, mas o incômodo físico é o de menos.
Pressinto uma falsidade involuntária na assistência.
Quando criança, era natural oferecer, totalmente escondido, leite para ninhada de gatos, até os pais admitirem sua entrada em nossa vida.
O cenário diante do meu condomínio é outro: adultos repassam comida sigilosamente sem nenhum motivo. Escondem de quem? De si?
Por que o tráfico de ternura?
Toda manhã, a refeição é renovada e o coitado do bicho comparece para matar a fome e a sede. Só que ninguém mata sua orfandade.
O que sugere ser uma boa ação, na minha crença, é crueldade.
É trazer o cãozinho para perto e não permitir-lhe entrar. É oferecer a isca e abandoná-lo. É fingir que preserva sua saúde durante alguns minutos para largá-lo à sorte no restante do dia.
É criar uma série de mendigos de quatro patas aguardando a esmola da entrada.
Cada morador que entra no conjunto residencial recebe uma mirada funda, triste, implacável.
O olhar canino tem carências de chapéu – e o coração se contrai como niqueleira vazia.
O animal não se vê recompensado e satisfeito, mas viciado e perdido. Suga as nossas sobrancelhas. Abana o rabo por qualquer contração do rosto, na expectativa de uma família adotiva.
Está sendo torturado: não sabe como agir para ser aceito, não sabe se deve ficar imponente de vigília ou desaparecer discretamente e retornar no sol seguinte.
Ele se frustra perante a porção. Não tem um afago demorado, sinal de permanência, um assobio confiante para libertá-lo.
Quem alimenta no portão está se enganando e enganando o bichinho.
Não tem coragem de colocá-lo em sua sala, em sua cozinha e integrá-lo definitivamente a um teto.
Faz de conta que ama e se preocupa, porém recusa o trabalho inteiro de recuperação e treinamento.
É um cumprimento de mão frouxa. Mantém próximo, jamais protegido.
Não existe generosidade parcelada, é uma prestação única e à vista.
Desse jeito, é ajudar para receber o título de bondoso, nunca porque deseja realmente ajudar.
Oferecer sobras é assistencialismo, é populismo, é paliativo.
A responsabilidade é a única caridade por inteiro. O resto é adiamento.
Se quer cuidar do bicho, leve para casa. Dê um lar. Assuma o compromisso do convívio.
É abrir a primeira porta, a porta do meio e a porta de dentro. As três portas que separam a aparência do caráter.

Fabrício Carpinejar

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CUIDADO COM O PAPEL ALUMÍNIO






Utilidade pública sobre o papel-alumínio

O papel alumínio é largamente utilizado na gastronomia, mas na grande maioria das vezes isto acontece da forma incorre



ta. Vejo pessoas usando-o direto nas mais variadas mídias e também em seu dia-a-dia.
É que os usuários tendem a colocar o lado brilhante virado para fora pois deixa o visual do prato mais bonito.
O lado mais brilhante é assim porque recebe um polimento para criar uma barreira ao contato direto do alumínio com o alimento e por conseguinte a liberação do alumínio para a nossa receita. Tínhamos que chamar o prato assim por exemplo: ´Picanha com alumínio´, pois o alumínio entrará como um algoz invisível na receita.
Esta proteção, o polimento, só não acontece dos dois lados pois é um processo caro que inviabilizaria a comercialização do mesmo.
O alumínio é altamente tóxico e é comprovadamente o responsável por complicações gerais no funcionamento do nosso organismo e um grande alavancador do Mal de Alzheimer, inclusive fomentando sua aparição precoce.
Como usá-lo?
Além de usá-lo com o lado brilhante voltado para o alimento, deve-se evitar dar mais de uma volta no alimento, pois na segunda volta em diante os líquidos que gravitarem entre as camadas serão poluídos com o alumínio e voltarão impiedosamente para a nossa receita. Assim é importante fazer a finalização em forma de trouxa que deve ficar situada na parte superior, para evitar esta comunicação dos caldos do alimento com a parte ruim do papel-alumínio.



Sobre as panelas de alumínio
Na minha cozinha é expressamente proibida a areação de panelas na parte de dentro, pois quando isto acontece, toda vez que cozinhamos algo estamos também incorporando o temível alumínio à nossa receita.
Quando isto acontece por alguma pessoa desavisada ou quando a panela ou caneca é nova, fervo algumas cascas de ovo na panela cheia de água, para elas liberarem o carbonato de cálcio, que vão impermeabilizar nossa panela, dando a segurança que necessitamos para nós mesmos e para as pessoas que mais amamos, nossa família e nossos amigos.

Ricardo Penna/Penninha, escritor e consultor gastronômico, 11/2012

sábado, 8 de dezembro de 2012

CUIDAR DA SAÚDE COMEÇA QUANDO CUIDAMOS DA ALMA.







Podemos considerar o nosso corpo um santuário sagrado, onde tudo que somos enquanto espírito ou essência se revela. E em essência nós somos pura alegria, amor e paz. Só que esquecemo-nos constantemente disto porque poucas vezes nos preocupamos conosco verdadeiramente.
Por isso, a vida é um presente divino que nos possibilita desenvolver nossos dons, aflorar nossos defeitos e libertar-se das prisões que nos fazem voltar vida após vida para resolver.
Durante a experiência terrena, nós necessitamos cuidar do corpo, tanto quanto do espírito (mental, emocional e sentimental). Porque se um desses fica em desequilíbrio, nós sofreremos as consequências em algum âmbito.
Às vezes vejo pessoas espiritualistas, principalmente, tão veneradas com o vegetarianismo, por exemplo, que nem percebem o quanto incomodam os outros com suas atitudes e com seus conselhos. Neste caso, não adianta ser radical com a alimentação, cuidar do corpo físico e não cuidar com a prepotência de achar que só o que elas pensam está certo.
O ser humano tem caminhado cada vez mais rumo a uma consciência mais espiritualizada, mais evoluída. Porém não podemos exigir uma mudança tão radical. Nem podemos exigir do outro aquilo que não somos o exemplo.
É extremamente importante cuidar da alimentação, porque comemos muita coisa industrializada hoje em dia. Temos hábitos muito destrutivos para o corpo físico. Com o tempo as pessoas ficam intolerantes e nem se dão conta que o corpo já não consegue mais tolerar certos tipos de alimentos, como leite e glúten, que não são nada saudáveis. Agora, precisamos respeitar o momento do despertar de cada um.
No entanto, podemos refletir também o quanto estamos intolerantes com a vida, o quanto levamos a sério coisas que não condizem conosco. Nós fazemos, porque nos foi ensinado desta forma ou porque é moda, por exemplo, mas nem estamos adaptados a uma nova realidade.
E adaptação é coisa que leva um tempo. Um tempo que só nós sabemos qual é. Por isso quando algo novo se apresenta em nossas vidas, existe um período em que as coisas se ajustam para a mudança ser harmoniosa. E neste ínterim não podemos perder a essência alegre e feliz de ser. Levar o acontecimento tão a sério quanto com leveza.
Da mesma forma não adianta cuidar somente da alimentação, do corpo físico e ser uma pessoa desequilibrada emocionalmente, não tendo paciência ou tolerância com as pessoas. Ou ainda ter um corpo saudável e uma mente extremamente agitada, sem paz interior ou tranquilidade.
Precisamos lembrar sempre que somos um conjunto que precisa estar em sintonia. Como uma sinfonia musical, onde todos os músicos necessitam estar afinados, senão a música fica ruim, desafinada. E no caso dos aspectos espiritual, mental, emocional e físico, nós somos o maestro. E os profissionais onde tratamos cada parte são os músicos. Mas quem comanda tudo é a nossa consciência que precisa estar em sintonia com o que quer, com a cura e com o bem-estar.
Costumamos dizer em nossos cursos que quando o espírito (falta de fé, de acreditar em algo superior a nós...) está doente, precisamos tratar o espírito.
Quando é o mental (falta de tranquilidade e paz, agitação...), precisamos tratar o espírito e a mente.
Quando são as emoções (medo, mágoa, tristeza, culpa, remorso, arrependimento...), precisamos tratar o espírito, a mente e as emoções.
E quando precisamos tratar algo que está se manifestando no físico, como uma dor ou uma doença, nós precisamos tratar tudo.
Ao detectarmos que o corpo físico está enrijecido, doente ou dolorido é porque perdemos a fé em nós e em Deus primeiramente, questionando a justiça divina ou a nós mesmos. Depois a mente fica pessimista porque não crê em nada, fica confusa. Posteriormente, a mente desequilibrada gerará emoções negativas e por fim o corpo sofre as consequências da falta de conexão.
Então, o ajuste começa com o acerto de contas com Deus e com nosso Eu Superior. Em seguida é essencial mudar o pensamento. Ter uma nova sintonia, pensar em novas possibilidades e ser positivo. Essa mudança, essa nova postura trará, além de alegria, motivação, força de vontade, coragem, confiança, segurança, uma série de sentimentos e emoções positivas que brotarão dentro de nós indicando que estamos no caminho certo. E o resultado de tudo será um corpo saudável, uma consciência saudável e uma vida mais feliz.
POR: CÁTIA BAZZAN – Autora do livro Ame Quem Você é – Saiba que a melhor escolha é a sua.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

PRATIQUE O DESAPEGO NA SUA CASA


Livre-se de objetos inutilizados e mantenha lar e emoções em ordem

        A casa pode ser o depósito de muitas bagunças e coisas do passado que seguram nossa energia, nos impedem de viver o momento presente e de criar a vida que queremos e merecemos. Quando nos livramos das "tralhas" presentes no lar, nos desapegamos do passado e das amarras que estacionam nossas vidas. Faz bem à saúde mental e emocional livrar-se de tudo o que está intoxicando a vida, a casa e o trabalho.
Se você vem acumulando em sua residência objetos que não utiliza mais ou que trazem lembranças dolorosas, experimente colocar em prática uma técnica simples, chamada "destralhamento". Esse processo ajuda a limpara casa, a mente e as emoções. Faça-o com bastante cuidado, alegria, desapego e, principalmente, rapidez. É muito importante que o processo seja realizado o mais rápido possível. Estabelecer um prazo para que isso seja feito, nos ajuda a focar e fazer acontecer.
Entenda abaixo como é possível aplicar o "destalhamento" nos ambientes.
·         1Escolha um canto da casa para arrumar. Pode ser o guarda-roupa, o closet ou um quartinho de bagunças.
·         2Retire tudo de dentro desse lugar. Se isso não for possível, separe os objetos em partes menores. Por exemplo: escolha uma gaveta e retire tudo dela, depois passe para a próxima.
·         3Olhe para cada objeto e pergunte: "eu uso isso?". Se a resposta for "sim", mantenha o objeto. Mas se a resposta for "não" (isso vale para objetos que você não usa há muito tempo ou quando há a perspectiva de um uso futuro, mas que nunca chega), então proceda para a segunda pergunta: "eu amo isso?". Se a resposta for "sim", de verdade, mantenha o objeto. Se for não, ou seja, se você não o usa há mais de um ano ou sabe que não vai utilizá-lo é hora de descarta-lo, sem piedade. Você pode jogar no lixo, dar para outras pessoas, vender ou emprestar, desde que este processo ocorra dentro de três dias.
·         4Prepare o lugar onde colocará as coisas que você realmente usa ou ama.
·         5A ideia é reacomodar os objetos que você utiliza. Para objetos amados, mas sem uso (como objetos de parentes que já se foram, ou dados por alguém que amamos muito) devemos ter uma caixa e fechá-la com um laço colorido, que simboliza o amor e o sentimento que ali existem.
Na medida em que vai "destralhando" fisicamente, aproveite para deixar para trás:
·         A pessoa que você não quer ser.
·         A sensação de ser inadequado no mundo.
·         A ideia de que você está sempre certo e o restante das pessoas está errado.
·         A necessidade de agradar a todos.
·         O pessimismo.
·         Os hábitos do passado.
·         O hábito de ficar esperando a hora certa para começar as coisas.

Geobiólogo, autor do projeto Geosounds - Melodias para a Terra, fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Geobiologia (IBG).