quinta-feira, 4 de julho de 2013

Pessoas felizes fazem diferente




Existem pessoas que escolhem ser felizes e aquelas que preferem (consciente ou inconscientemente) ser infelizes. A felicidade não vem da fama, da fortuna ou de bens materiais, ela vem de outros lugares. As pessoas felizes se fazem felizes. Ficam imensamente tristes, se aborrecem como toda gente, contudo, elas têm uma visão positiva da vida. Como elas fazem isso?

É quase simples. As pessoas felizes têm hábitos que melhoram suas vidas. Alguns passos rumo à paz...

1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos corrosivos as consumam. Guardar rancor pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa exerça poder sobre você? Se esquecer seus rancores, vai ganhar clareza de consciência e energia suficientes para apreciar as coisas que realmente importam nesta vida.

3. Veja os problemas como desafios.
A palavra "problema" não é do uso rotineiro de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Quando encarado como um desafio, pode se transformar em boa oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, enxergue ali um desafio.

5. Sonhe grande.
As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente se concentra no desafio e no fazer produtivo.

6. Não se preocupe com as pequenas coisas.
As pessoas felizes se perguntam: "Será que este problema terá grande importância daqui a um mês, um ano?"  Entendem que a vida é curta para se descabelar com situações triviais. Deixar problemas menores ou adiáveis se resolverem por si -  sem a sua interferência -  vai liberar para desfrutar de assuntos mais preponderante.

7. Fale bem dos outros.
Fofocar pode ser divertido, mas, geralmente, deixa a gente se sentindo culpada e ressentida. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva seu pensamento a um ponto de leveza, ao lugar dos que não se ocupam com o julgamento de atitudes alheias.

8. Não procure culpados.
Pessoas felizes não culpam os outros por seus fracassos. Em vez disso,  assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudam para melhor.

9. Viva o presente.
Pessoas felizes não vivem do passado nem se preocupam muito com o futuro. Saboreiam o presente. Se envolvem em tudo o que estão fazendo no momento. Param e cheiram as rosas. Ohhhhh.

10. Acorde no mesmo horário todos os dias.
Reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadoras? Acordar no mesmo horário estabiliza o metabolismo, aumenta a produtividade e coloca em um estado calmo e centrado. O corpo gosta desta rotina.

16. Medite.
Ficar no silêncio ajuda você a encontrar paz interna. Não é preciso ser um mestre zen para alcançar a meditação. Pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes em qualquer hora e lugar, e o fazem para se acalmar.

17. Coma bem.
Tudo o que você come afeta a capacidade de seu corpo produzir hormônios, o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo em boa forma, sua mente bem e tranquila.

18. Faça exercícios.
Estudos têm mostrado que exercício físico aumenta os níveis de felicidade e até produz sensação de autorrealização.

19. Viva com o que é realmente importante.
Pessoas felizes mantêm menos coisas a seu redor porque sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que, de maneira geral, os europeus são mais felizes que os americanos, porque  vivem em casas menores, dirigem carros mais simples, em suma, possuem menos itens. Contanto que não estejam submersos, como agora,  em uma crise de falta de empregos e perspectivas, bem entendido.

20. Diga a verdade.
Mentir corrói a autoestima e o torna desagradável. A verdade liberta.

 21. Estabeleça um controle pessoal.
Pessoas felizes sabem direcionar seus destinos. Elas não precisam e não permitem que os outros digam como devem viver suas vidas.

22. Aceite o que não pode ser alterado.
A vida não é justa, ou não parece ser.  Aceite, concilie-se com isso e fique em paz. Concentre-se apenas no que você pode melhorar.


Essa é a adaptação que fiz de um texto de Chiara Fucarino.  MAITÊ PROENÇA

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Esqueça tudo o que você já leu sobre Doença de Alzheimer e preste atenção nessa história real



Veja como uma médica conseguiu reverter, em aproximadamente um mês, a doença de seu marido e inspire-se!
Só quem conhece alguém que sofre com a Doença de Alzheimer é capaz de mensurar a dor que se sente ao perceber que aos poucos uma história vai sendo apagada, sem deixar vestígios. E isso não se trata de uma dor física, mas uma dor emocional, que toma conta da gente e nos deixa impotentes diante de uma situação tão difícil.
Se fosse para resumir o que a Doença de Alzheimer representa, poderíamos dizer que somente o corpo fica e a essência vai-se embora!
O importante nessa hora é não se entregar e acreditar que existe uma solução!
Nem tudo está perdido. Preste muita atenção na história da Doutora Mary Newport e não deixe, de maneira alguma, a sua esperança acabar.
Doutora Mary Newport começou a perceber que algo de muito errado acontecia com seu marido, Steve. Ele já não era mais aquela figura rápida, de raciocínio apurado. De repente, Steve começou a apresentar lapsos de memória para pequenas coisas e que não demorou muito para atingir um grau bastante sério.
No desejo de descobrir o que acontecia e tentar curar o seu marido, Dra. Mary procurou a ajuda de vários especialistas, mas não conseguiu nenhum pequeno avanço que fosse. Steve passou por psiquiatras, neurologistas e até chegou a ser diagnosticado com depressão. E mesmo com toda a medicação prescrita sua situação só piorava.
Steve começou a perder suas referências, já não reconhecia seus familiares, não mantinha diálogos coerentes. Sua vida foi se apagando.
Em uma das várias tentativas de resgatar o marido desse abandono mental, Dra. Mary tentou incluir Steve em um estudo clínico, mas suas condições não o qualificavam para isso. Para se ter uma idéia, em um teste indicativo de demência Steve alcançou somente 14 dos 30 pontos que o exame previa. Logo, seu teste genético para Alzheimer foi positivo. Uma nova luta começava.
Ainda, meio sem saber para que lado ir e muito menos a quem recorrer, Dra. Mary teve acesso ao Ketasyn, uma droga química que estava sendo usada no estudo experimental para Alzheimer. O mesmo estudo para o qual seu marido não pode participar. Essa medicação fazia com que 50% das pessoas que a consumiam apresentassem uma melhora significativa. Era tudo o que o casal precisava, pois até então a toda medicação que Steve era submetido o resultado era sempre o mesmo: redução na progressão da doença, mas nunca uma melhora importante!
E essa não foi a única, muito menos a última conquista de ambos. Ao descobrir a composição deste medicamento, Dra. Mary teve uma grata surpresa: o principal ingrediente do remédio eram triglicérides de cadeia média (TCM), provenientes do óleo de coco.
Você pode estar se perguntando se a solução para a Doença de Alzheimer pode ser assim tão simples. Dra. Mary também se questionou e foi adiante. Decidiu que não tinha nada a perder e começou a dar óleo de coco ao seu marido.
A primeira prova de que eles estavam no caminho certo foi evidente. No mesmo teste onde Steve alcançou somente 14 pontos em 30, com o tratamento a base de óleo de coco ele conseguiu progredir em 28%, chegando a 18 pontos.
Digo sem medo de errar, a melhora de Steve se deve sim ao óleo de coco.
óleo de coco, assim como outros triglicérides de cadeia média (TCM) aumenta a produção de componentes chamados de cetonas que por sua vez são compostos criados quando a gordura do nosso corpo é quebrada em energia.
Normalmente, as células cerebrais preferem extrair o seu combustível da glicose, mas no caso do cérebro desregulado, as células cerebrais que causam convulsões não podem metabolizar a glicose corretamente. Elas precisam então de outra fonte de combustível, e essa fonte são as cetonas.
Eu, particularmente, tenho trabalhado com meus pacientes que sofrem com Alzheimer com uma dieta produtora de cetonas associada ao óleo de coco rico em TCM, e os resultados são impressionantes.
Infelizmente, os estudos produzidos sobre a importância e os efeitos das cetonas em nosso cérebro estão publicados em jornais obscuros que a grande maioria dos médicos nem tomam conhecimento. O fato é que esses estudos trazem dados importantíssimos que podem auxiliar em diversos tratamentos, incluindo os tratamentos contra a Doença de Alzheimer.
E se você quer saber mais, no caso de Steve, com um pouco mais de um mês de tratamento com óleo de coco, ele já havia recuperado grande parte das perdas causadas pela doença. Ainda sim, ele continuou a usar o óleo de coco por 60 dias. Com isso, ele não apresentava mais tremores, recuperou a memória e pode voltar às suas atividades físicas e de trabalho de forma natural.
E a prova de que o óleo de coco é o responsável por essas vitórias se dá pelo fato de que quando Steve não tomou o óleo de coco em algumas etapas de seu tratamento, os sintomas reapareceram e só foram embora depois que o óleo de coco voltou a fazer parte da sua rotina.
Você não precisa perder quem você ama para a Doença de Alzheimer. O óleo de coco é seu maior aliado. Basta que você una todo o seu cuidado e carinho ao poder que o óleo de coco tem.
A única coisa daí pra frente que vocês vão querer esquecer são os momentos difíceis e a tristeza que imperava! 


Referências Bibliográficas
1. “Ketone bodies, potential therapeutic uses,” RL Veech, B Chance, Y Kashiwaya, HA Lardy, GC Cahill, Jr., IUBMB Life, 2001, Vol. 51 No.4, 241-247
2. “Ketoacids? Good Medicine?” George F. Cahill, Jr., Richard L. Veech, Transactions of the American Clinical and Climatological Association,Vol. 114, 2003.
3. “The therapaeutic implications of ketone bodies: the effects of ketone bodies in pathological conditions: ketosis, ketogenic diet, redox states, insulin resistance, and mitochondrial metabolism,” Richard L. Veech, Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids, 70 (2004) 309-319.
4. “Diminished glucose transport and phosphorylation in Alzheimer’s Disease determined by dynamic FDG-PET,” M Piert, et.al., The Journal of Nuclear Medicine, Vol.37 No.2, February 1996, 201-208.
5. “Glucose metabolism in early onset versus late onset Alzheimer’s Disease: an SPM analysis of 120 patients,” EJ Kim, et. al., Brain, 2005,Vol. 128, 1790-1801.
6. “Cerebral glucose metabolism in Parkinson’s disease with and without dementia,” RF Peppard, et.al., Archives of Neurology, Vol. 49 No.12,December 1992.
7. “Cortical and subcortical glucose consumption measured by PET in patients with Huntington’s disease,” Brain, October 1990, Vol 113, part 5, 1405-23.
8. “Reduced glucose metabolism in the frontal cortex and basal ganglia of multiple sclerosis patients with fatigue: a 18F-fluorodeoxyglucose positron emission tomography study,” U Roelcke, et. al., Neurology, 1997, Vol. 48, Issue 6, 1566-1571.
9. “ALS-linked Cu/Zn-SOD mutation impairs cerebral synaptic glucose and glutamate transport and exacerbates ischemic brain injury,” Z Guo, et. al., Journal of Cerebral Blood Flow Metabolism, March 2000, Vol. 20 No. 3, 463-8.
10. “Combinations of medium chain triglycerides and therapeutic agents for the treatment and prevention of Alzheimer’s disease and other diseases resulting from reduced neuronal metabolism,” United States Patent 20080009467, Inventor Samuel T. Henderson, Accera, Inc., Broomfield,Colorado (Ketasyn).
11. Nutrient analysis of coconut oil (vegetable), NDB No: 04047 – www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp .
12. “Lipids in (human) milk and the first steps in their digestion,” M Hamosh, et. al., Pediatrics, 1985, Vol. 75, 146-150.
13. “Nutritional factors and serum lipid levels,” EH Ahrens, American Journal of Medicine, 1957, vol. 23, 928 (used hydrogenated coconut oil).
14. “Trans fatty acids and coronary artery disease,” NEJM, 1999, Vol. 340, 1994-1998.
15. “Effect of mixed fat formula feeding on serum cholesterol level in man,” SA Hashim, American Journal of Clinical Nutrition, 1959, Vol. 7, 30-34.
16. “Modified-fat dietary management of the young male with coronary disease: a five-year report,” JL Bierenbaum, JAMA, 1967, Vol. 202, 1119-1123.
17. “Cholesterol, coconuts and diet in Polynesian atolls-a natural experiment; the Pukapuka and Toklau island studies,” IA Prior, American Journal of Clinical Nutrition, 1981, Vol. 34, 1552-1561.
18. “Changes in cerebral blood flow and carbohydrate metabolism during acute hyperketonemia,” S.G. Hasselbalch, et.al, Am J Physiol, 1996,Vol. 270, E746-51.
19. “Effect of hyperketonemia and hyperlacticacidemia on symptoms, cognitive dysfunction, and counterregulatory hormone responses during hypogly­cemia in normal humans,” T. Veneman, et. al., Diabetes 43:1311-7 (1994).
20. “D-b-Hydroxybutyrate protects neurons in models of Alzheimer’s and Parkinson’s disease,” Y Kashiwaya, et. al. including RL Veech, PNAS, May 9, 2000, Vol. 97 No. 10, 5440-5444.
21. “High carbohydrate diets and Alzheimer’s disease,” Samuel T. Henderson, Medical Hypotheses, 2004, Vol 62, 689-700 (Another article of interest).
22. “Effects of b-Hydroxybutyrate on cognition in memory-impaired adults,” MA Reger, ST Henderson, et. al., Neurobiology of Aging, 2004,Vol. 25, 311-314.
23. “Breastfeeding, infant formula supplementation, and Autistic Disorder: the results of a parent survey,” ST Schultz, et. al., International Breastfeeding Journal, 2006, Vol. 1 No. 16.
24.“Ketones: Metabolism’s Ugly Duckling,” TB VanItallie, TH Nufert, Nutrition Reviews, Vol 61, No 10, 327-341.
25.“Fuel Metabolism in Starvation,” GF Cahill, Jr., Annual Reviews in Nutrition, 2006, 26:1-22.

26.“Ketone Bodies as a Therapeutic for Alzheimer’s Disease,” ST Henderson, Journal of the American Society for Experimental NeuroTherapeutics, Vol 5, 470-480, July 2008.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Receita contra o Egoismo - Refletindo com André Luiz




1- Procure esquecer o lado escuro da personalidade do próximo.
2- Aprenda a ouvir com calma os longos apontamentos do seu irmão, sem o impulso de interromper-lhe a palavra.
3- Olvide a ilusão de que seus parentes são as melhores pessoas do mundo e de que a sua casa deve merecer privilégios especiais.
4- Não dispute a paternidade das idéias proveitosas, ainda mesmo que hajam atravessado o seu pensamento, de vez que a autoria de todos os serviços de elevação pertence, em seus alicerces, a Jesus, nosso Mestre e Senhor.
5- Não cultive referências à sua própria pessoa, para que a vaidade não faça ninho em seu coração.
6- Escute com serenidade e silêncio as observações ásperas ou amargas dos seus superiores hierárquicos e auxilie, com calma e bondade, os companheiros ou subalternos, quando estiverem tocados pela nuvem da perturbação.
7- Receba com carinho as pessoas neurastênicas ou desarvoradas, vacinando seu fígado e a sua cabeça contra a intemperança mental.
8- Abandone toda a espécie de crítica, compreendendo que você poderia estar no banco da reprovação.
9- Habitue-se a respeitar as criaturas que adotem pontos de vista diferentes dos seus e que elegeram um gênero de felicidade diversa da sua, para viverem na terra com o necessário equilíbrio.
10- Honre a caridade em sua propria casa, ajudando em primeiro lugar a seus
familiares, atraves do rigoroso desempenho de suas obrigaçoes, para que voce esteja realmente habilitado a servir ao mundo e 'a humanidade, hoje e sempre...



XAVIER, Francisco Cândido, pelo espírito André Luiz. Marcas do Caminho

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Alumno visita un matadero

Este alerta está colocado na porta de um ESPAÇO HOLÍSTICO




A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família,
e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão,

um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado , abundante combustível chamado Paciência.
Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS.

ALÍVIO NATURAL PARA AS ENXAQUECAS


Não tem jeito: quase todo mundo sofre com dores de cabeça de vez em quando. Comigo é assim: a dor vem chegando devagarzinho e quase sempre não dou bola – grande erro! Porque quando ela se instala, a pressão na cabeça se intensifica e tudo incomoda: o barulho da rua, a luz da sala ou mesmo a luminosidade da televisão. Nessa hora parece não haver outra solução senão recorrer aos analgésicos de venda livre.
É por causa dessa “evolução certa da dor” que muitas pessoas nem esperam a dor se instalar e já apelam para comprimidos analgésicos. Mas existem alguns truques capazes de aliviar a dor logo que ela começa. Vale a pena experimentar!!
§  Beba água. Muitos casos de enxaqueca são causados por desidratação.
§  Tome um banho quente. Deixe a água cair no pescoço e na nuca – isso ajuda a relaxar os músculos tensos que podem estar por trás da enxaqueca. Aplicar uma toalha de rosto aquecida na testa também funciona.
§  Pingue gotas de óleo essencial de lavanda num lenço e sinta o aroma: isso ajuda a relaxar.
§  Tome um cafezinho. A cafeína promove a constrição dos vasos sanguíneos e pode contribuir para o alívio da dor. Refrigerantes do tipo cola e chás que contêm cafeína também podem ajudar.

§  Como último recurso, tome um comprimido .

sábado, 15 de junho de 2013

AVALIAÇÃO ESPÍRITA SOBRE O MATRIMÔNIO




Recente estudo publicado no Journal of Research in Personality afirma que a vida de casado pode não ser muito boa, contudo  permanecer solteiro tende a ser pior. Stevie Yap, da Universidade Estadual de Michigan, coordenador da pesquisa, expõe que as pessoas que se casam acercam-se da “felicidade” nos primeiros anos da experiência matrimonial, porém, com o advir dos anos, essa “felicidade” arrefece um pouco. O estudo sinaliza que o casamento não torna necessariamente a pessoa mais feliz, comparando com a vida de solteiro, porém resguarda a “felicidade” conquistada na vida a dois.
O casamento, “de acordo com as leis naturais, proporciona o avanço social”. (1) Há, segundo Stevie, “um vínculo de longo prazo entre o casamento e a felicidade, isso equivale afirmar que o casamento é bom e faz muito bem”. (2) Por outro lado, compreendemos que, se há casamentos edificados pelos laços espirituais, existem consórcios sedimentados tão somente sob os liames materiais. Obviamente, “as famílias vinculadas espiritualmente são mais felizes se fortalecem pelo burilamento e se perpetuam no além-túmulo; mas, as famílias tecidas apenas pelas junções físicas são frágeis e se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissipam moralmente, já na existência atual”. (3)
Vivemos hoje a era do alheamento, do estar solitário e das uniões descartáveis, e isso tem provocado a desestrutura familiar. Estamos sob o jugo da alienação em massa. Nessa conjuntura as pessoas permanecem ausentes aos fatos modernos que as cercam; são tolhidas emocionalmente de maior concentração ou sensibilidade social; creem ser desnecessário qualquer tipo de exercício mental ou espiritual; regozijam-se em direcionar todos os esforços de suas vidas ao lazer, prazer e entretenimento. Convivem ou sobrevivem da substituição do Ser pelo Ter. A necessidade de espiritualização é sobrepujada pelo vício em diversão. Os entretenimentos giram quase sempre em torno de erotismos, violência e banalidades.
Em razão desse cenário, paira grande ameaça sobre a estabilidade familiar, e quando a família é ameaçada, por qualquer razão, a sociedade perde a direção da paz. A dialética materialista, os hodiernos conceitos e promoções sensualistas, têm investido contra a organização familiar, dilacerando o matrimônio (monogamia) e sugerindo o amor livre (poligamia promíscua).
Há os que veem no cônjuge um verdadeiro teste de paciência, pois os seus santos não se cruzam. Sob o cometimento das aparências alguns casais que acreditavam amarem-se loucamente, quando são obrigados a viver com as pessoas “amadas”, não tardam a reconhecer que isso não era senão um “amor” físico e fugaz.
Quando os valores cristãos perdem significado, aguçamos o egoísmo e esfacelamos a felicidade. Muitos casamentos podem ser classificados de “acidentais” - por efeito de atração momentânea, precipitada e sem qualquer ascendente espiritual; ou casamentos “provacionais”, isto é, reencontro de almas para reajustes; Matrimônios “sacrificiais”, quando há união de espíritos iluminados com seres moralmente primitivos, com o objetivo de redimi-las; Existem os casórios “afins”, onde há encontros de almas amigas e, embora raríssimos, existem os casamentos “transcendentes”, quando há o reencontro de almas que se buscam para realizações eternas.
Mas a maioria esmagadora de casais na Terra é composta de forçados sob algemas. No casamento, quando um dos consortes ruma para a relação extraconjugal, a tarefa é de batalha e prantos intensos; entretanto, ainda assim, no sacrifício sentimental, a pessoa traída cresce e se ilumina. Obviamente, os infiéis não escaparão das situações infelizes dos endividamentos sentimentais rebaixados de maneira injusta, que invariavelmente resgatarão em momento inevitável, parcela a parcela, pelo dispositivo dos princípios de causa e efeito.
O processo de educação do Ser para a Divindade tem sua base na Lei da Reencarnação e no trabalho incessante”. (4) Há uniões que, no início, parecem não dever jamais ser simpáticas, e quando um e outro se conhecem bem e se estudam bem, acabam por se amar com um amor terno e durável, porque repousa sobre a afinidade moral! Em verdade, é o Espírito que ama e não o corpo, e, quando a ilusão material se dissipa, o Espírito vê a realidade. Seria admissível casais que se conheceram e se amaram no passado (re)encontrarem-se noutra existência corporal e reconhecerem-se?
Garantem os Benfeitores que não! Mas podem sentir-se atraídas. E, “frequentemente, diversa não é a causa de íntimas ligações fundadas em sincera afeição. Dois seres se aproximam devido a circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que na realidade resultam da atração de dois Espíritos, que se buscam reciprocamente por entre a multidão.". (5)
Enfim, no casamento temos a base dos reflexos aprazíveis ou aborrecíveis que o passado nos restitui. E não é demais lembrar que o matrimônio não existe para a exaltação egoística da parentela humana, mas para ser uma instituição abençoada onde, quase sempre, demanda-se a renúncia e o sacrifício de uma existência inteira.

Jorge Hessen
http://aluznamente.com.br



Referências bibliográficas:
(1)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro, Ed. FEB 2000, perg 695
(2)    Disponível no portal http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/casamento-bom acessado em 25/05/2013
(3)    Kardec, Allan. O Evangelhop Segundo o Espiritismo,  Cap. XIV - Item 8, Rio de Janeiro: Ed. FEB 2000
(4)    Xavier, Francisco Cândido. Voltei, ditado pelo espírito "Irmão Jacob" (pseudônimo de Frederico Figner), Rio de Janeiro, 1a. edição, Conceitos de uma cartilha preparatória pag 102  ed. FEB, 1949
(5)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro, Ed. FEB 2000, perg 386